A Procuradoria-Geral da República proibiu o governo de comprar ou usar inseticida DDT para combater a malária na Amazônia. Um inquérito vai apurar a legalidade da utilização da substância. Segundo o procurador Carlos Eduardo Vasconcelos, há suspeitas de que a Fundação Nacional de Saúde pagou um preço maior do que o de mercado pelo produto, importado da Indonésia (O ESP).