A agenda do presidente Fernando Collor de Mello trará como novidade em 91 reuniões periódicas com os dirigentes das principais empresas estatais. O Ministério da Economia acredita que a pressão do próprio presidente é o mecanismo mais eficaz para controlar as estatais. O governo também ameaça punir estatais que praticarem irregularidades ou contrariarem as decisões de política econômica (FSP).