A equipe econômica começará na primeira semana de janeiro a articulação, a partir de discussões com empresários e trabalhadores, para levar o Congresso Nacional a executar em 1991 a reforma na Constituição. Esboçadas no primeiro escalão da assessoria da ministra Zélia Cardoso de Mello, as propostas de mudanças envolvem temas polêmicos como a estabilidade dos funcionários públicos, o fim do ensino público gratuito nas universidades e o fim da autonomia do Judiciário para fixar seus salários (JB).