O BIRD (Banco Mundial) deixou de liberar este ano US$10 milhões (cerca de Cr$1,6 bilhão) para o Programa Nacional do Meio Ambiente (PNMA) porque o IBAMA (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) não entrou com a contrapartida brasileira de US$2,5 milhões (Cr$400 milhões). Depois de conversações que se estenderam por mais de seis anos, o Brasil e o BIRD assinaram o contrato de US$166,4 milhões (Cr$265 bilhões), em 16 de agosto, para fortalecer institucionalmente o IBAMA, regularizar e equipar as unidades de conservação do país e criar cinturões de proteção nos ecossistemas ameaçados. O dinheiro estaria disponível a partir do dia cinco último, mas a suplementação orçamentária deste ano não foi aprovada a tempo pelo Congresso Nacional e o IBAMA não pôde dispor de dotação financeira do Tesouro Nacional para cumprir o acordo (O ESP).