O PNBE (Pensamento Nacional das Bases Empresariais) e a CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores) decidiram, separadamente, abandonar as negociações com o governo em torno do entendimento nacional. Em nota oficial emitida ontem, o PNBE aponta divergências de diagnóstico e, por extensão, dos remédios propostos para a crise como causa de seu afastamento "temporário" da mesa de negociações. Já a CGT é mais contundente: "Não há mais confiabilidade na parte do governo", disse o presidente da entidade, Francisco Canindé Pegado (FSP).