O secretário-geral da CNBB, dom Luciano Mendes de Almeida, disse que foi grande a decepção da Igreja com a decisão da Comissão Provisória de Estudos Constitucionais de incluir no anteprojeto de Constituição o fim do limite para o número de divórcios que uma pessoa pode fazer. "Não se procurou a defesa do vínculo conjugal. Pelo contrário, se procurou o seu enfraquecimento constitucional", disse (FSP).