Os trabalhadores da Zona Franca de Manaus (AM) desempregados com a crise estão ocupando o centro histórico da capital amazonense e as principais praças e avenidas da cidade como camelôs. As escadarias do Teatro Amazonas, a igreja Matriz e os prédios históricos foram tomados pelos vendedores. O prefeito de Manaus, Artur Neto (PSD), disse que vai retirar os camelôs do centro. Ele nomeou uma comissão de vereadores para negociar a saída dos 60 mil camelôs. Ontem, as indústrias da Zona Franca de Manaus concederam férias coletivas remuneradas por 30 dias para 50 mil dos 85 mil trabalhadores do distrito industrial da cidade (FSP).