O presidente da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), Roberto Procópio Lima Neto, disse ontem que pretende demitir mais cinco mil funcionários até o final do próximo ano. Lima Neto já havia demitido cinco mil funcionários entre junho e novembro deste ano, sendo que dois mil só na mina de carvão de Criciúma (SC), que foi fechada em junho. Atualmente, a CSN emprega 20 mil funcionários: 16 mil no setor de produção e quatro mil em funções administrativas. A empresa deverá fechar o ano com um prejuízo recorde de US$1 bilhão. A estatal suspendeu o pagamento de ICMS, que consome cerca de US$8 milhões (Cr$1,2 bilhão) ao mês (FSP) (O ESP).