O custo de vida na cidade de São Paulo, apurado em novembro pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos), cresceu mais para as famílias com menor renda. Segundo o DIEESE, para as famílias que ganham entre um e 30 salários-mínimos (de Cr$8,8 mil a Cr$265 mil), a variação do custo de vida em novembro em relação ao mês anterior foi de 16,01%. Já para as famílias com renda entre um e três mínimos (até Cr$26,5 mil) e de um a cinco salários (até Cr$44,1 mil), o custo de vida no mesmo período cresceu 17,88% e 17,55%, respectivamente. Isso ocorreu por que as maiores pressões para o aumento do custo de vida
34773 ocorreram entre os bens e serviços, que têm peso maior para as faixas de
34773 rendas menores, como as tarifas de transportes públicos, aluguéis e
34773 alguns alimentos básicos, como arroz, leite e pão, explicou o economista José Maurício Soares, responsável pelo índice do DIEESE (O Globo).