A Associação Profissional dos Trabalhadores na Indústria da Extração de Minerais Não Metálicos do Estado do Rio de Janeiro (Apemin), que reúne os funcionários da PETROBRÁS Mineração (PETROMISA), denunciou ontem uma série de irregularidades no processo de liquidação da empresa. A Apemin acusa o liquidante, Seraphim José Claudino, de ter aumentado seu próprio salário em 98,24% no mês de setembro. Com o adcional por tempo de serviço, Seraphim recebeu Cr$599,5 mil em outubro. Outra irregularidade se refere ao recolhimento de impostos. A PETROMISA, segundo as denúncias, vem descontando Imposto de Renda dos empregados e de terceiros somando mais de Cr$92 milhões sem recolher ao Tesouro Nacional; outros Cr$61 milhões de descontos de contribuições do INSS também não foram recolhidos, assim como cerca de Cr$51 milhões que representam descontos dos empregados para a Fundação Petros não chegaram à entidade (JB).