Após quatro dias funcionando precariamente, com interrupções parciais, o Metrô do Rio de Janeiro parou totalmente ontem, depois que uma das sete composições que circulavam quebrou por falta de manutenção. Os metroviários, então, entraram em greve por tempo indeterminado. Eles reivindicam a criação de um plano de cargos e salários e cobram do governador Moreira Franco (PMDB) a garantia de que a frota de trens passará por uma revisão. A categoria denuncia que as composições estão circulando precariamente, com problemas no sistema de refrigeração e de comunicação entre o piloto e o centro de comando (O Dia).