A agência do Bradesco da Avenida Erasmo Braga, no Centro do Rio de Janeiro (capital), foi obrigada a liberar ontem cerca de NCz$9 milhões das cadernetas de poupança do advogado Salim Salomão, 62 anos, e de seu filho, o juiz Luís Felipe Salomão, 27 anos. Um oficial de Justiça fez cumprir mandado de segurança concedido pelo juiz Constantino de Oliveira, da 16a. Vara Federal. O dinheiro estava preso no banco desde a decretação do Plano Collor, em março, e o advogado Salomão alegou a inconstitucionalidade do bloqueio de cadernetas e contas correntes (JB).