Os funcionários públicos municipais de São Paulo realizaram ontem assembléias regionais e decidiram continuar a greve iniciada há oito dias. A Secretaria da Administração não confirmou que começará a demitir os servidores em greve. A ameaça foi feita anteontem pela prefeita Luiza Erundina (PT). A categoria reivindica reposição de perdas salariais de 52% de abril a novembro, 10% de aumento real e quadro de carreiras (FSP).