A FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) só deverá aceitar a prefixação de preços e salários no "entendimento nacional" se imediatamente o governo baixar as taxas de juros, pagar suas dívidas com o setor privado e reduzir de forma efetiva o déficit público. Mesmo assim, a prefixação terá que ser negociada por prazo determinado (FSP).