O setor de construção de obras públicas, a partir de outubro, após as eleições, passaram a amargar atrasos de pagamentos, diminuição no ritmo das obras já iniciadas e cancelamento de novos projetos. Segundo a Associação Paulista de Empreiteiras de Obras Públicas (APEOP), cerca de 36 mil operários perderam o emprego entre outubro e novembro, de um total de 190 mil (FSP).