PINOTTI QUER O DIREITO DE ABORTO PARA AIDÉTICAS

A legalização imediata do direito de aborto da mulher grávida infectada com o vírus da AIDS foi defendida ontem pelo secretário estadual de Saúde de São Paulo, José Aristodemo Pinotti. A possibilidade de a criança ficar órfã ou de já nascer contaminada foram alguns dos argumentos apresentados. Lembrou que dificilmente haverá oportunidade de adoção, pois ninguém se disporia a ficar com uma criança supostamente aidética. Estudos mostram que 70% das mulheres contaminadas desenvolveram a moléstia no período de 30 meses após o parto (O ESP).