As donas de casa lideram estatística de distúrbios mentais, segundo pesquisa encomendada pelo Ministério da Saúde a seis universidades. O trabalho foi feito em Brasília, São Paulo, Salvador, Porto Alegre e Manaus. Os dados do Rio de Janeiro ainda não foram fechados, mas os pesquisadores não viram muita diferença de uma cidade para outra. A doença atinge todas as classes econômicas, mas as pessoas de menor poder aquisitivo são as mais afetadas devido a transtornos como falta de dinheiro, desemprego e doença. Aposentados, desempregados e biscateiros são os mais atingidos depois das donas de casa. Dos que ganham até um salário-mínimo, 22,5% têm algum distúrbio (JB).