Manifestação isolada de um segmento do empresariado nacional-- o mais
33857 retrógrado--, inconformado com o fim do lucro fácil obtido à base de uma
33857 política de indexação. Foi assim que o governo considerou as críticas feitas anteontem pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Mário Amato, segundo as quais os empresários que acreditaram no discurso do presidente Fernando Collor caíram numa cilada e o plano de estabilização da economia é um fracasso. Segundo o porta-voz da Presidência da República, Cláudio Humberto Rosa e Silva, o empresário Mário Amato representa a fatia do empresariado frustrada com a recusa do governo em adotar uma política de juros mais baixos e subsidiados (JC).