Cerca de 2 mil dos 60 mil trabalhadores do setor têxtil em São Paulo rejeitaram ontem a contraproposta de 140% de reajuste sobre os salários de março e decidiram mudar para o dia 8 a data indicativa de greve da categoria, inicialmente marcada para o dia 6. Eles querem pelo menos os 180% (160% em novembro e 7,69% em dezembro) oferecidos pela FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) aos metalúrgicos de São Paulo, Osasco e Guarulhos (FSP).