O reescalonamento da dívida externa, proposto pelo governo aos credores, implicará pesados pagamentos por parte do Brasil, a partir do final do governo de Fernando Collor, em 1995. A proposta brasileira prevê desembolso de US$26,1 bilhões entre 1991 e 1994, começando com US$5 bilhões no próximo ano e aumentando até US$8,2 bilhões no fim do governo. A partir de 1995, o volume de pagamento aumenta para US$9,3 bilhões, saltando para US$14,7 bilhões em 1996 e mantendo-se em níveis elevados nos anos seguintes (FSP).