O governo vai regulamentar os mecanismos de conversão de dívida em investimentos de risco para apresentar como alternativa aos bancos credores, mas não colocará o assunto como condição para um acordo e sim como elemento adicional nas negociações. A informação foi dada ontem, em São Paulo, pelo embaixador extraordinário para assuntos da dívida externa, Jório Dauster. Segundo ele, a conversão da dívida não terá valores nem datas prefixadas para sua realização, devendo obedecer a um calendário "que seja conveniente para a política monetária do governo" (O Globo).