Empresários mineiros estão articulando um "pool" para tentar manter o controle de alguma estatal local (ou todas), assim que o processo de privatização entrar na reta final. Eles contabilizam, já, cerca de US$7 bilhões em cruzados novos retidos e constituíram a MG Associados - Privatização e Participação, sob a direção de Maurício Hasenclever Borges. Entidades de classes (como a associação comercial e a federação das indústrias), empresas como a Belgo Mineira e instituições financeiras, todos querem que o controle de estatais mineiras-- ACESITA, USIMINAS, A>OMINAS e FOSFÉRTIL-- fique lá mesmo. Onde sempre esteve (JB).