A decisão do governo de prorrogar a suspensão à formação de novos grupos de consórcio de veículos até 15 de janeiro de 1991 pode resultar, segundo avaliação do setor, na demissão de 48 mil pessoas, ou 80% do efetivo desse segmento. A declaração foi feita ontem, em São Paulo, pelo presidente da ABAC (Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios), Egídio Airton Módolo. Ele discutirá amanhã, em Brasília, o assunto com a ministra da Economia, Zélia Cardoso de Mello (FSP).