PETROBRÁS QUER REVER INVESTIMENTO NA AMAZÔNIA

A crise do Golfo Pérsico, responsável por um aumento de 120% no preço do barril de petróleo no mercado internacional, foi decisiva para que o presidente da PETROBRÁS, Luís Octávio da Motta Veiga, autorizasse a retomada dos investimentos na mais promissora área em terra que a estatal dispõe no país, no Rio Urucu, na Amazônia, onde já foram perfurados 26 poços produtores de petróleo, gás e óleo condensado, e já estão estimadas reservas de 500 milhões de barris. A PETROBRÁS vai investir US$110 milhões na área, duplicando o número de sondas de perfuração (de duas para quatro) e contratando mais três equipes sísmicas (hoje há apenas uma) (JB).