A CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear) está reformulando as normas de proteção radiológica seguidas no Brasil. O objetivo é uniformizar os procedimentos para o manuseio de material radioativo do Brasil e da Argentina e evitar acidentes como o que aconteceu com a técnica Sônia Helena Valente, do Instituto de Engenharia Nuclear do Rio de Janeiro, que se contaminou com o isótopo amerício 241 no dia 23 de agosto último. Nossa fiscalização tem constatado vários casos de pequenas
33010 contaminações, principalmente entre o pessoal que usa material radioativo
33010 em forma líquida, diz o pesquisador Anselmo Paschoa, diretor-executivo de Radiação e Segurança Nuclear da CNEN (JB).