O superintendente da Polícia Federal, Romeu Tuma, determinou a instauração de inquérito policial para apurar fraude de Cr$500 milhões cometida em São Paulo. O principal suspeito é o empresário Nagib Audi, de 66 anos, criador de cavalos árabes e dono da Química Industrial Paulista. Os responsáveis pelo golpe falsificaram recibos de pagamentos ao imposto de renda. A polícia investiga informações de que o assassinato do advogado Fernando Antônio Gravatá Maron, assessor de Audi, em julho de 1989, está ligado ao caso. Audi afirmou que é inocente e lançou a culpa da fraude sobre Maron (O ESP).