A comissão central define no próximo dia 10 de outubro a pauta de questões a serem debatidas por governo, empresários e trabalhadores nos próximos meses dentro do entendimento nacional. O governo aceita debater assuntos relativos à política econômica, mas não abre mão do programa de estabilização, baseado no aperto monetário e fiscal. A reunião informal entre governo, empresários e trabalhadores ontem, em Brasília, serviu apenas para definir a forma de organização e funcionamento da comissão central e das subcomissões do pacto social. Ficou acertada a formação de seis subcomissões, modernização das relações entre trabalhadores e empresários, combate à pobreza, educação, especialização da economia, infra-estrutura e assuntos emergenciais. O presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Jair Meneghelli, do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Luiz Antônio de Medeiros, e da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ophir Cavalcante, não foram à reunião (FSP).