A CGT (Central Geral dos Trabalhadores), presidida por Joaquim dos Santos Andrade, poderá se dissolver na próxima semana, vítima de dificuldades financeiras e de uma crise política interna. O futuro da central será decidido na próxima semana e a tese da dissolução foi defendida ontem, em São Paulo, por oito membros da executiva da central que se reuniram com Joaquinzão (FSP).