Um documento divulgado, ontem, pelo Ministério da Saúde, na Câmara dos Deputados, garante que "se dará prioridade à saúde da mulher brasileira" e explica que a intenção do programa é colocar à disposição da população os meios anticoncepcionais aprovados cientificamente, junto com as informações necessárias à opção dos casais. "Os casais não sofrerão qualquer ingerência do Estado através do Programa de Planejamento Familiar e está definitivamente descartada a possibilidade de inclusão no projeto dos métodos irreversíveis de contracepção-- como a laqueadura de trompas da mulher ou a vasectomia do homem-- e aborto" (O Globo).