A saída do Estado da comercialização do trigo foi bem recebida pelo setor moageiro. O presidente da Associação das Indústrias de Trigo dos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás e Mato Grosso do Sul, Antenor Barros, disse que o governo foi lúcido ao dar prazo até 28 de fevereiro de 1991 para sua retirada. "Ele entendeu que o abastecimento é normal há 23 anos e não poderia, de uma hora para outra, correr riscos". "Esse tempo será necessário para a adaptação do mercado", disse (FSP).