As principais confederações de trabalhadores do país já têm prontas fórmulas para substituir o imposto sindical, extinto pelo governo. A CNTI (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria) "preparou uma alternativa lucrativa para a contribuição sindical. A fonte de recursos será a mesma: o bolso do trabalhador". A proposta estabelece uma nova contribuição, que corresponderia a quatro horas de trabalho em maio e quatro horas em outubro. Para sobreviver com o fim do imposto sindical, que rendeu este ano Cr$60 milhões para a entidade, a CNTC (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio) pretende alugar seu patrimônio, que inclui uma sede instalada em uma área de 10 mil metros quadrados no centro de Brasília, além de lotear um terreno que possui na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro (JB).