PROSTITUTAS TENTAM LEGALIZAR ASSOCIAÇÃO NO RS

Cerca de 300 prostitutas de Porto Alegre (RS) vão tentar legalizar nos próximos dias a Associação Gaúcha de Prostitutas (AGP). Caso consigam, será a primeira entidade reunindo prostitutas a obter reconhecimento legal no país. Cópia do estatuto da entidade será entregue ao juíz do Cartório de Registro Especial, que poderá aceitar ou não o registro. Para reforçar essa tentativa, as prostitutas pretendem fazer manifestações públicas, como distribuir camisinhas à população da cidade. "Queremos sensibilizar a sociedade para a nossa luta pelo exercício da cidadania". Votamos, pagamos impostos como qualquer um e queremos ser respeitadas pela
32361 sociedade, afirma uma das diretoras da AGP, Janete Oliveira Souza, 30 anos. Para ela, a legalização da entidade servirá como "um passo muito importante para a regulamentação da profissão" (FSP).