A técnica da CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear) contaminada pelo elemento radioativo amerício-241 no laboratório do Instituto de Engenharia Nuclear, no Rio de Janeiro, pode ficar impedida de trabalhar em pesquisas nucleares pelo resto da vida. Além do contato com a pele, ela ingeriu o produto ao levar a mão à boca. Seu nome não foi revelado. Apesar da contaminação de ossos, fígado e couro cabeludo, ela não está internada. O diretor de Radioproteção do instituto, Anselmo Paschoa, admite que o caso é sério mas nega risco de que a mulher contamine outras pessoas. Atribuiu o acidente a um descuido da técnica, que não usou luvas e deixou derramar amerício líquido (JB).