Os 21 brasileiros que participam do projeto de desenvolvimento de um míssil ar-ar no Iraque também querem deixar o país. O grupo pediu vistos de saída, com o argumento de que o bloqueio internacional impede a aquisição de equipamentos essenciais para a continuação do projeto. Se não houver resposta, pretendem pedir ajuda ao governo brasileiro, que nega qualquer vínculo com a equipe e sua participação no esforço bélico do Iraque. Os técnicos vivem em Bagdá desde o final do ano passado, com contratos de dois anos e residência e transporte fornecidos pelas autoridades iraquianas. Eles se queixam de que são vistos como mercenários no Brasil e de que não recebem salários há dois meses. Os técnicos dizem que o governo brasileiro sabia de tudo e deu seu aval ao projeto (O ESP).