O presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Jair Meneghelli, é a favor do fim do imposto sindical. Mas para não parecer um aliado do ministro do Trabalho e Previdência Social, Antônio Rogério Magri, de quem é adversário político, faz algumas restrições à maneira abrupta, por intermédio de medida provisória, com que se anuncia o fim do imposto. Acho que deveria haver uma programação de datas para o fim do imposto. Assim haveria tempo para que todos planejassem a forma de se recuperar do
32309 rombo financeiro que os sindicatos terão de enfrentar, disse (JB).