O Fundo Monetário Internacional (FMI) não exigirá do Brasil o pagamento simbólico de parte dos juros da dívida externa, com fez recentemente com a Argentina. A equipe econômica conclui nesta semana a minuta da carta de intenções que será levada à diretoria do FMI. O FMI e o governo brasileiro já definiram, porém, as linhas básicas do acordo. O Fundo aceita que o país deixe de pagar neste ano a maior parte dos juros devidos aos credores externos e também acata a meta oficial de um superávit do setor público em 1990 de 1,22% do Produto Interno Bruto (PIB) (FSP).