A ministra da Economia, Zélia Cardoso de Mello, informou ao presidente Fernando Collor de Mello que o governo e a missão do FMI no país já acertaram os termos da carta de intenções a ser assinada pelo Brasil e pelo órgão. A carta confirma as metas oficiais para este ano e prevê para 1991 um crescimento de 3% na economia e inflação próxima a 2% mensais (FSP).