Os produtores de álcool do centro-sul definiram ontem com o Departamento Nacional de Combustíveis (DNC) a estratégia para compensar a diferença entre a produção e o consumo até maio de 1991, quando começa a safra na região. A produção alcançará 9,1 bilhões de litros para um consumo de 10,6 bilhões. Para cobrir a diferença, o Brasil terá que importar 1,5 bilhão de litros de outros combustíveis. Desse total, 1,4 bilhão já foram adquiridos. Os produtores também ficaram responsáveis pela mistura da gasolina com álcool hidratado, atualmente feita pela PETROBRÁS (FSP).