A PETROBRÁS ofereceu ontem aos seus empregados um reajuste salarial de 77,72%, a partir de primeiro de setembro, data-base da categoria, mas a proposta foi rejeitada pelo comando da categoria, que reivindica reajuste de 280%. A contra-proposta da PETROBRÁS inclui a reintegração dos bolsistas demitidos durante a reforma administrativa e mantém a cláusula 52 do acordo coletivo do ano passado, que assegura a estabilidade no emprego, mas os sindicalistas a consideraram ridícula (O Globo).