Os bancos avaliam como positivas as medidas do novo "pacote" agrícola. Para os diretores de crédito rural das instituições privadas, a liberação de Cr$309 bilhões para o custeio não compromete a atual política de controle monetário. "São recursos que já estão circulando na economia: não haverá emissão de papel para cobrir o crédito", avalia Franklim Thame, diretor de Crédito Rural da FEBRABRAN (Federação Brasileira das Associações de Bancos). Dados da entidade apontam que o total liberado para o custeio é suficiente para o crescimento da área plantada com grãos em 15%, quando comparada com a safra anterior (FSP).