ENTIDADES DE COMBATE À AIDS COBRAM UMA POLÍTICA URGENTE

As entidades não-governamentais de combate à AIDS, como a ABIA (Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids) e o GAPA (Grupo de Apoio e Prevenção à Aids), assustadas pelas recentes declarações do ministro da Saúde, Alceni Guerra, de que essa doença não é prioridade do governo, estão preocupadas com a extensão do número de casos no país, cobram uma política urgente de combate da doença e buscam dólares para tapar parte do buraco deixado pelo Ministério da Saúde, colocando em prática projetos de prevenção e de assistência aos portadores do vírus. Questões como essa estão sendo discutidas num seminário sobre o impacto social da AIDS, que começou ontem na UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) (JB).