Os 210 mil funcionários públicos demitidos ou colocados em
31972 disponibilidade pela reforma administrativa do governo poderão ser
31972 convidados a voltar à ativa, só que não mais como assalariados do
31972 governo, mas como pequenos e médios empresários, trabalhando por conta
31972 própria. Os recursos para isso virão dos próprios funcionários, através das indenizações trabalhistas e do governo, que criará uma linha de financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), estimada em Cr$40 bilhões. O plano foi concebido e proposto pelo CEBRAE (Centro Brasileiro de Apoio à Pequena e Média Empresa) e só depende de sinal verde do BNDES (O Dia).