O governo impediu ontem a votação da Lei de Benefícios e Custeio da Previdência Social, que já tinha as assinaturas de mais de 50 senadores para a votação em regime de "urgência urgentíssima". "Nós evitamos a votação porque o governo não está gostando do projeto", afirmou o líder em exercício, senador Ney Maranhão (PRN/PE). Ele comandou a retirada de assinaturas de aliados do governo no pedido de urgência. Nova votação foi marcada para hoje (GM).