O Lloyds Bank, o quarto maior credor privado do Brasil, vai manter as linhas de curto prazo para financiamento do comério exterior atualmente oferecidas ao país, mesmo depois de expirar, em abril próximo, o acordo de renegociação da dívida externa que estabeleceu o compromisso de oferta desses recursos. Atualmente, o conglomerado britânico estende ao Brasil linhas equivalentes a US$600 milhões destinadas a operações de "trade finance", algumas das quais fechadas com prazos de até 360 dias. As informações foram dadas ontem, em São Paulo, pelo superintendente-adjunto de comércio exterior do Lloyds no Brasil, Cristiano Gomes (GM).