O DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas) propôs à SUDENE (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste) o desmatamento de 50 mil hectares à margem dos açudes públicos do nordeste visando o cultivo de feijão e milho para combater os efeitos da seca nordestina. Sob o título Programa permanente de transformação do meio rural, o documento pede, além de irrigação, a construção de açudes e a recuperação dos 26 perímetros irrigados que possui na região, com a mobilização de 311 mil trabalhadores, a um custo de quase Cr$13 bilhões, por sete meses-- até fevereiro de 1991 (JB).