O governo vai criar uma "ação especial" na privatização de empresas dos setores petroquímico e de fertilizantes, seguindo o estilo adotado pela Inglaterra. Esse tipo de ação, sem valor comercial, daria ao governo o poder de interferir nas decisões internas das empresas privatizadas, caso seus proprietários aumentem abusivamente os preços ou adotem políticas que levem à formação de oligopólios. O governo transferiria a propriedade da empresa para o setor privado, mas não o seu controle total. Os setores petroquímico e de fertilizantes são considerados estratégicos pela equipe econômica do governo, por fabricarem insumos básicos para uma parcela importante da indústria nacional de transformação. Entre elas, a de plásticos e borracha, medicamentos, roupas e agropecuária (FSP).