Os 2 mil mineiros de Urussanga (SC) retornaram ao trabalho, ontem, aceitando as condições estabelecidas pelo TRT (reparação salarial de 6,57% para os empregados das minas privadas e de 2,93% para os da estatal Próspero, e o pagamento de dois dias das duas semanas paradas), na audiência do dia 16. Os trabalhadores nas minas de Criciúma, Lauro Muller e Siderópolis definem, hoje, os desdobramentos do movimento (GM).