Auditoria realizada por técnicos da TELEBRÁS alertou quanto ao risco de o governo perder o controle sobre o capital da empresa, caso tenha sido ultrapassado o limite de 2/3 de ações preferenciais, e 1/3 de ordinárias, na subscrição que a estatal vinha realizando. O relatório, sigiloso, foi entregue ao secretário nacional de Comunicações, Josel Rauber. O saldo de debêntures convertidas em ações preferenciais, se capitalizado, seria suficiente para ultrapassar essa proporção. Segundo os auditores, o Conselho de Administração da estatal autorizou uma subscrição de ações que levaria a uma alteração fundamental na estrutura de capital da companhia (JB).