A CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores) entrou no último dia seis com ação junto ao STF (Supremo Tribunal Federal) pedindo a inconstitucionalidade da medida provisória 193, que trata da reposição salarial. A CGT diz que a MP contraria princípios legais ao favorecer a redução de salários, além de não reconhecer convenções e acordos (FSP).