Os partidos de oposição querem votar hoje, no Senado Federal, a lei salarial já aprovada pela Câmara dos Deputados. A estratégia do governo é a de não dar quórum para a sessão e convocar seus congressistas para votarem amanhã a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Votada a LDO, o Congresso Nacional entra automaticamente em recesso, o que adiaria a votação da lei salarial para agosto. O projeto aprovado na Câmara prevê reajustes salariais de acordo com a inflação. O governo não admite a indexação de salários (FSP).